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Bezerra de Menezes

Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da humanidade. - Allan Kardec

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Aviso: Seguiremos com a interrupção de nossas atividades presenciais até 31 de julho. Agradecemos a compreensão. A direção.

CRBBM convida para suas reuniões virtuais

Com as atividades presenciais interrompidas desde março último, devido aos cuidados necessários para profilaxia da atual pandemia, decidimos experimentar o uso da plataforma ZOOM para poder dar prosseguimento, ainda que parcialmente, aos nossos estudos e preces em conjunto, promovendo então, a partir dessa semana, as nossas reuniões virtuais. Estão todos convidados, vejam por favor abaixo as instruções necessárias:



RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA PARTICIPAÇÃO EM NOSSAS REUNIÕES VIRTUAIS:

ANTES DA REUNIÃO

Ilustração sobre reuniões virtuais

DURANTE A REUNIÃO

AVISO LEGAL

O conteúdo digital das reuniões pertence exclusivamente a CRBBM, e portanto, qualquer divulgação deste material ou partes contidas nele, necessita de prévia autorização da direção, sujeitando o infrator às penas da lei.

CRBBM CELEBRA OS 120 ANOS DA DESENCARNAÇÃO DE BEZERRA DE MENEZES LANÇANDO O 1o. VOLUME DA SÉRIE "ESTUDOS FILOSÓFICOS"

Finalmente lançamos ao público, em breve evento transmitido pela plataforma eletrônica de nossa CASA, realizado a 29 de agosto, o 1o. volume da série "Estudos Filosóficos", obra máxima de nosso Patrono, com a participação de seu biógrafo, o escritor e conferencista Jorge Damas Martins, e do organizador dessa edição, nosso confrade Júlio Damasceno.

Ninguém, até hoje, traduziu melhor a relevância dessa coleção de quase 500 artigos como Canuto de Abreu, citado por Jorge no Prefácio que redigiu para esse lançamento: “A nosso ver, e desafiamos contestação, nunca esses artigos foram superados por outros, antes ou depois, chamamos a atenção não só dos velhos, como principalmente dos novos, que usam da palavra e da pena em prol do espiritismo. Não possuímos em língua brasileira maior repertório doutrinário do kardecismo. Ninguém falou com maior eloquência, maior sinceridade, maior lógica. Seus formosos pensamentos deviam ser repetidos e propalados amiúde, pois somente relendo e divulgando Max poderão os seus discípulos compreender quanto de errado, quanto de confuso e quanto de ignorância se tem propalado depois dele em nome da mesma doutrina que ele elevou às culminâncias. A leitura de Max devia ser obrigatória, como a leitura de Kardec, para todos que entram” (ABREU, CANUTO. “Bezerra de Menezes – Subsídios para a História do Espiritismo no Brasil at o ano de 1895”. Ed. FEESP, São Paulo -SP).

Seguimos, pois, bom a publicação da série, e os que desejarem baixar e se encantar com o 1o. volume, basta acessar o nosso Museu Virtual Bezerra de Menezes! Boa Leitura!

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Capa da Edição CRBBM da obra Estudos Filosóficos, de Bezerra de Menezes"Quem quiser pode ter a prova da comunicação do mundo invisível com o mundo visível.

Sabemos que estas coisas não podem ser acreditadas sobre palavra; mas não pedimos a ninguém que acredite no que dizemos, senão que vá observar por si mesmo.

O que não fugir propositalmente à verdade, terá mil provas irrecusáveis da comunicação dos Espíritos.

Mas dissemos no precedente artigo: se o materialista que observar os fatos de tal comunicação, não tem meios nem modos de recusar-se à confissão da falsidade de sua doutrina - e da verdade da doutrina espírita, o mesmo não se dá com o católico.

Este, admitindo a existência do mundo espiritual e acreditando na criação de Espíritos perfeitos, dos quais procedem os demônios, tem fácil recurso ao diabolismo para explicar o fato das comunicações.

O fato é real, diz o próprio clero; mas a explicação é falsa.

Quem vem falar é o demônio, e não as almas que estão retidas no Céu - no Inferno - ou no Purgatório.

Provada a existência do demônio, nossas experiências perdem seu valor, menos para os materialistas, que tanto ficam batidos com a prova da existência da alma como com a da existência do demônio, pois que ambos são Espíritos.

Mas onde a prova da existência do demônio?

Os hebreus só admitiram em sua teogonia essa entidade, depois do cativeiro de Babilônia, onde a receberam da religião dos caldeus, que consignavam a dupla divindade, do Bem e do Mal.

O Talmude foi o primeiro livro sagrado que inscreveu semelhante crença.

Em nenhum, porém, dos quatro livros, que Moisés escreveu inspirado, figura ela direta ou indiretamente.

No Evangelho, há passagens que parecem autorizá-la; mas o Espiritismo explica-as de um modo coerente com o verdadeiro critério da verdade - e lança por terra o dogma transladado do paganismo, que tanto compromete as excelsas perfeições do Criador.

Os demônios, de que falam os evangelistas, não são senão os Espíritos atrasados – sensuais – malévolos - que do Espaço perseguem os vivos, ora por satisfazer sua sede de fazer mal, ora por tirar vingança de passadas ofensas.

Assim como o Espiritismo cura pelo amor de Jesus Cristo os possessos desses danados, que dizem quem foram - viventes como nós - assim também curou o próprio Cristo os possessos do seu tempo, que não eram perseguidos por Espíritos de natureza diversa.

Demônios, que Ele expeliu, são demônios que expelimos hoje - Espíritos perversos que perseguem seus irmãos encarnados.

Disse daremos a prova experimental mais adiante, para não tomarmos o espaço à do erro, em que vivem os católicos, neste ponto.

Não há pois, dúvida sobre a origem pagã da crença no deus do Mal, como se prova pela História.

Também não há dúvida sobre a ausência completa de sua consagração em qualquer das revelações.

Como então dar-se a semelhante crença os foros de verdade divina?

Os católicos, querendo apagar a origem suspeita dessa crença repugnante e blasfema, trocaram o dogma caldeu - do deus do Bem e do Mal - por uma lenda, que entroncaram na revelação escrita.

Só há um Deus - é Jeová; mas este criou os anjos perfeitos, como criou os Espíritos humanos imperfeitos.

Os anjos não foram, porém, todos fiéis a seu Criador: - e uma legião deles revoltou-se contra o Senhor, que lhes deu batalha campal, e em que ficou senhor do campo, condenando-os à prisão eterna no cárcere tenebroso, que se chama Inferno.

Esses réprobos sãos os demônios, que tanto assustam os católicos, porque ocupam-se incessantemente em perverter os homens, arrastando-os ao Mal, para fazê-los condenar às torturas eternas de que são eles os agentes - e de que tiram sua maior felicidade.

Quem não vêm em tudo isto uma concepção humana, repugnante e blasfema, como dissemos?

Em primeiro lugar, a criatura frustrou uma volição do Supremo Criador!

O anjo que o Senhor criou perfeito, fez-se, contra o plano divino, imperfeito!

Deus errou o plano, ou não teve poder para mantê-lo!

Revela-se, pois, aí sua fraqueza intelectual, ou fraqueza do seu poder!

Em segundo lugar, não é ridículo fazer o Onipotente descer a combater sua criatura, dando-lhe batalha, em que, como Onipotente, que é, não podia ser vencido?

Em terceiro lugar, como se explica o fato de terem os rebeldes sido lançados em correntes no Inferno - e daí saírem, burlando a sentença condenatória, não às escondidas, mas à luz do dia - não para gozarem de algum resfôlego, mas para virem afrontar o poder de Deus, roubando-lhe as ovelhas do rebanho que eram para seu gozo!?

Finalmente, que Deus é este, que permite ao anjo mau, poderoso quase como ele, bater-se contra a fraca criatura humana, que, ainda por cima, é condenada à morte eterna por não vencê-lo?

Se a pena de morte eterna, pelas faltas de um instante, é repugnante com a justiça e com a bondade do Ser Perfeito, essa pena imposta ao que não vence em luta tão desigual, é de fazer odiar a quem a prescreve.

E, por semelhante modo, segundo a lei católica, no fim do mundo - e, depois do juízo final, tudo se reduzirá aos dois reinos: o do Bem, de que Deus é o Senhor, e o do Mal, de que é senhor Satanás!

É a única doutrina que eterniza o Mal!

Demônios – Inferno - penas eternas - tudo o que se prende a esse dogma protestante contra altos atributos do Senhor de todas as perfeições, é obra da imaginação humana - é invenção dos tempos, em que a humanidade, por seu atraso, precisa da tremenda contenção - em que seria desprezível um Deus que não fosse o símbolo da crueldade e da vingança, levadas às alturas de predicados divinos.

Ainda insistiremos neste ponto.

(DA UNIÃO ESPÍRITA DO BRASIL)

Max.

* Reproduzido conforme texto original. Confira na “Seção Livre” do Jornal “O Paiz”, edição de 04-12-1887.

ESPIRITISMO CRISTÃO

ANUNCIAÇÃO (LUCAS: Cap. I, v. 26-38)

Gabriel anuncia a Zacarias o nascimento de João BatistaV.26. Estando Isabel no seu sexto mês de grávida, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, - 27.A uma virgem, noiva de um varão chamado José, da casa de David, e essa virgem se chamava Maria. - 28.O anjo, aproximando-se dela, disse-lhe: "Eu te saúdo, ó cheia de graça; o Senhor está contigo; és bendita entre as mulheres", - 29.Ela, porém, ouvindo-o, se turbou do seu falar e consigo mesma pensava no que significaria aquela saudação. - 30.O anjo lhe disse: "Nada temas, Maria; porquanto caíste em graça perante Deus. - 31.É assim que conceberás em teu seio e que de ti nascerá um filho ao qual darás o nome de Jesus. - 32.Ele será grande e será chamado o filho do Altíssimo; o Senhor Deus lhe dará o trono de David, seu pai, e ele reinará eternamente sobre a casa de Jacob. - 33.E seu reino não terá fim." - 34.Então disse Maria ao anjo: "Como sucederá isso, se não conheço varão?" - 35.0 anjo respondeu: "O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra, e por isso o santo que nascerá de ti4 será chamado Filho de Deus. - 36.E eis que tua parenta Isabel concebeu na velhice um filho e está no Sexto mês de gravidez, ela que é chamada estéril. - 37.É que nada será impossível a Deus”. - 38.Então Maria disse: "Aqui está a serva do Senhor, faça-se em mim conforme às tuas palavras". E o anjo se afastou dela.

Nº14. O homem, desde que habita a terra, não tem ouvido em todos os tempos a mesma linguagem. Em cada época de transição só lhe é dito e dado aquilo que ele pode suportar. A humanidade precisa ser preparada para o que lhe cumpre saber. A cada ida de sua necessário é que se lhe fale a linguagem conveniente, a fim de que ela compreenda e atenda.

Homens, não esqueçais que éreis criancinhas quando Jesus desceu à terra para vos traçar os caminhos da regeneração e lançar-lhe as bases e que agora quase que ainda o sois.

Curvai-vos diante da sabedoria infinita que preside ao vosso progresso e o dirige por intermédio do Cristo, vosso Mestre, protetor e governador do vosso planeta e da sua humanidade, dando-vos pouco a pouco a luz e a verdade, conduzindo-vos gradualmente, através dos séculos, para a perfeição.

O aparecimento de Jesus, segundo o anjo o anunciou a Maria, depois a José, por efeito de uma concepção e de um nascimento que os homens trataram de sobrenaturais, miraculosos, divinos, como obra do Espírito Santo, isto é, por um ato do próprio Deus, pois que o Espírito Santo era, para os Judeus, já o sabeis, a inteligência divina manifestando-se por um ato qualquer, tinha que permanecer e permaneceu secreto durante todo o tempo da sua missão terrena.

Maria confiou a revelação aos discípulos preferidos de Jesus. Preferidos quer dizer que o seguiam mais assiduamente e com a virtude dos quais sabia ele poder contar. Dóceis às inspirações de seus guias, esses discípulos compreenderam que, divulgada, semelhante revelação acarretaria, da parte dos homens, a descrença na pureza de Maria e na origem de seu filho.

Esperaram, para espalhá-la no seio das multidões, que, com o desempenho completo da missão terrena de Jesus, o tempo houvesse amadurecido os frutos.

Assim que, só depois do sacrifício do Gólgota, do reaparecimento do Mestre, reaparecimento a que se deu o nome de "ressurreição", do seu regresso à vida espírita, fato que se chamou a "ascensão", se radicou a crença na divindade que lhe atribuíram.

Nesses últimos tempos seus discípulos prestaram fé a essa divindade, interpretando, ao pé da letra, as palavras - meu pai - de que usava Jesus ao referir-se a Deus e achando que só uma tal origem e a sua vida sem mácula explicavam os fatos surpreendentes chamados milagres, que lhes feriam, de continuo, os sentidos materiais.

Durante a sua missão terrena, Jesus, e assim devia suceder, foi tido, pelos homens, como fruto da concepção humana, como um homem igual aos outros, tendo Maria por mãe e por pai José. Para seus discípulos e para a multidão que o acompanhava, era um profeta revestido da libré material humana, qual os profetas da lei antiga. Para os príncipes dos sacerdotes, para os escribas, os fariseus e seus adeptos, era um impostor, por isso que, segundo eles, declarando-se "o filho de Deus", Jesus se atribuía a si mesmo a divindade, se fazia passar pelo próprio Deus.

Maria tinha que ser e foi, aos olhos de todos, a mãe de Jesus: primeiro, porque o consideraram um homem como outro qualquer, de acordo com as leis materiais da concepção e do nascimento humanos, da reprodução no vosso planeta; em seguida, porque o consideraram como Deus encarnado no seio de uma virgem, mediante uma concepção, uma gravidez e, por conseguinte, um nascimento, que eram obras do Espírito Santo.

Compreendei bem a necessidade, que havia então, de, primeiramente, se materializarem todos os fatos, a fim de os tornar acessíveis à matéria; de, depois, desempenhada a missão terrena de Jesus, idealizar-se a matéria, dando-se-lhe uma origem divina, a fim de que os homens se curvassem ao jugo e a fim de que, graças à divindade atribuída ao Cristo, sua missão fosse aceita e suas leis obedecidas.

Jesus, como Espírito, não teria sido compreendido, suas dores morais, sua abnegação não teriam sido apreciadas. Para que o homem compreendesse o sofrimento, preciso era que o sofrimento fosse físico. A carne tinha necessidade de um sacrifício de carne. Àqueles que vertiam o sangue dos touros e dos cordeiros era preciso que se apresentasse um sacrifício de carne e sangue. Eles jamais compreenderiam o devotamento sem limites do Espírito luminoso descido à terra para lhes trazer o exemplo da vida preparatória da eternidade.

O homem é orgulhoso; a descida de um Espírito do Senhor à terra não lhe teria bastado; era-lhe mister um Deus.

Não esqueçais que os Judeus se achavam em contacto direto com os Romanos; que as idéias e costumes dos conquistadores se infiltram sempre nos da nação conquistada. Assim, as idéias politeístas vieram a encontrar-se em face do monoteísmo. A vida e os atos de Jesus durante a sua missão terrena; sua "morte" e sua "ressurreição"; os fatos que se seguiram; a interpretação humana dada "às suas palavras"; a divulgação feita pelos discípulos, uma vez terminada essa missão, do que o anjo ou Espírito anunciara a Maria, depois a José, acerca daquela concepção, daquela gravidez, obras do Espírito Santo no seio de uma virgem e como tal consideradas "sobrenaturais", "miraculosas", "divinas", criaram para os Judeus a necessidade de multiplicarem a divindade, tentando manter a unidade na pluralidade. Dai o que os homens chamaram o dogma das três pessoas.

O materialismo, como hoje, esmagava o mundo com o seu peso carnal e o mundo perecia, porquanto toda a carne apodrece. Cumpria erguer o Espírito e dar-lhe a força de lutar contra a matéria. Para se conseguir isso, era indispensável que o mundo tivesse ante os olhos um exemplo imaterial, imaterial sob o ponto de vista da divindade atribuída ao Cristo, não durando a sua materialidade, para os homens, mais do que um tempo muito restrito e não passando de um meio de comunicação.

Na apresentação deste exemplo em vosso mundo é que está, segundo as vistas humanas, o milagre, por isso que, aos olhos dos homem, ela importou numa derrogação das leis estabelecidas.

Não há aí, entretanto, "milagre" algum. A vontade imutável de Deus jamais derroga as leis naturais por ele promulgadas desde toda a eternidade.

Como vereis pela explicação que [...] vos daremos, na medida do que a vossa inteligência obscurecida pela carne pode receber e comportar, o que houve foi aplicação das leis que regem os mundos superiores e adaptação dessas leis aos vossos fluidos, no planeta em que habitais.

(Continua na próxima edição - Transcrito e adaptado de "Os Quatro Evangelhos", de Jean Baptiste Roustaing, psicografia de Émilie Collignon, Tomo I, item 12)

SEJA PACÍFICO

Árvore em forma de coraçãoSempre existe revolta ou má vontade nos constantes julgamentos feitos pelo povo de um país, ou por pessoas de uma comunidade, aos seus administradores.

Entretanto,a caridade que nasce da compreensão e da justa análise, requer de nossos espíritos uma força que deve ser transmitida àqueles que são alvo das nossas preocupações; essa força é proporcionada pela nossa vontade de ajudar através de nossas preces e de nossas vibrações de amor, evitando críticas destrutivas que nada constróem.

Uma obra demanda muito tempo para ser construlda, mas alguns minutos bastam para destruí-la.

Se você quiser, portanto, participar efetivamente da melhora de sua nação, de sua cidade, ou mesmo do seu lar - seja pacífico. Ilumine-se através do Evangelho de Jesus, e será como um farol capaz de enviar luz em direção aos que se encontram perdidos e desorientados.

O médium, em especial, deve tomar em consideração o que estamos aqui dizendo; porque no médium podem ser trabalhados elementos fluídicos e vibratórios em condições de transformar, de curar, e de expandir o Bem em todos os sentidos.

Disse-nos Jesus que os pacíficos serão chamados filhos de Deus - donde se conclui que a mediunidade pacífica é afável, doce, obediente, calma e resignada; devemos afastá-la da cólera, filha do orgulho e da crítica ferina, a fim de que ela possa cooperar realmente para um mundo melhor.

Ajudemos - com a nossa paz e a nossa certeza de que a Harmonia Universal jamais será quebrada!

Ignácio Bittencourt

(Mensagem psicografada em nossa Casa, em agosto de 1981, e publicada originalmente na edição 70 de O Cristão Espírita, de janeiro/abril de 1983)