Retrato de Bezerra de Menezes

Casa de Recuperação
e Benefícios
Bezerra de Menezes

Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da humanidade. - Allan Kardec

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Aviso: Seguiremos com a interrupção de nossas atividades presenciais até 31 de janeiro. Agradecemos a compreensão. A direção.

60 ANOS DE NOSSA CASA!
VIVA BEZERRA DE MENEZES! VIVA AZAMÔR SERRÃO!

Cartaz do evento de celebração dos 60 anos da CRBBM

Uma casa é feita de tijolos… paredes… argamassa.

Há Casas e casas, porém. Algumas - as melhores - se transformam em LAR.

Um lar é feito de pessoas. São elas que lhe dão as feições. O jeito.

Os melhores são aqueles que quando abrem-se as portas abrem-se também os braços, acolhedores.

É comum dizer-se que esta ou aquela pessoa “sabe receber”, mas geralmente esse saber traduz-se em regras de etiqueta e detalhes de refinamento.

Há outras tantas que muitas vezes desconhecem as tais regras e os tais detalhes mas sabem receber a quem quer que seja maravilhosamente - com um abraço, com um sorriso sincero, com uma palavra gentil.

Depois da entrada há o “clima” do ambiente.

Há lugares frios - qualquer que seja a temperatura do momento - mas há outros tantos que são verdadeiramente aconchegantes. Mais que confortáveis - são confortantes. Você entra cansado e daqui pouco sente-se bem. Chegou acabrunhado e sai sorrindo. Não há fórmula, nem segredo - parece que a atmosfera daquele lugar está impregnada de alegria, de paz, de amizade - e a tal ponto que aqueles que ali chegam se “contagiam” com essa energia positiva impregnada.

Quem dá o tom é o dono da casa, claro. Ou, o chefe do lar. É de seu coração que abrem-se as portas e os braços, é da sua figura que se irradia esse calor acolhedor, essa alegria espontânea, essa gentileza natural, tão agradável, tão alentadora, ao ponto de modificar o semblante dos que lhe procuram.

Essas casas têm cheiro de café quente - sempre pronto para ser oferecido aos que a visitam. Têm gosto de bolo da vovó - daqueles inesquecíveis, que anos mais tarde ainda se sente água na boca à mais simples lembrança.

Até a água desses lares iluminados é diferente. Nada daquela história de insípida, inodora e incolor, que aprendemos nos bancos escolares. Tem água que tem sabor de carinho! Já experimentou alguma assim? Não me peçam para explicar melhor, porque também não saberia bem o que dizer - mas é diferente, é gostosa, é fresca na medida certa - e revigorante! Com a palavra os cientistas, que ainda não descobriram a química… do Amor.

Lar é também família! Sim, eu sei, cada família é diferente, cada qual tem sua história, seu jeito de ser e viver, suas alegrias e dificuldades, seus desafios… mas também há famílias e famílias. Não é mesmo tudo igual. Mas há situações em que você entra naquele lar para visitar um de seus membros e, quando descobre, encantou-se pela família inteira! Será que entrei em um mundo diferente? Porque ali parece que as pessoas se completam. Suprem-se mutuamente em suas deficiências. Somam-se em suas habilidades. Cantam juntas. Falam ao mesmo tempo e terminam sorrindo as conversas. Abraçam-se, beijam-se, incentivam-se! Compreendem-se!

Meu Deus, pensamos frequentemente nesses casos - como eu gostaria que meu lar fosse assim, que minha família fosse como essa.

Melhor é quando eles lhe acolhem, e de tão amigos e tão fraternos nos fazem acreditar que aquele lar tão afetuoso é também um pouco seu, e que faz parte igualmente daquela família benfazeja.

E quando seus antifriões falecem?

Pensam logo os de fora que agora tudo vai mudar, que a “mágica” vai acabar, mas a verdade é outra…

Esses lares viram templos.

Sacralizam-se.

Cada objeto torna-se então uma pequena relíquia. Os cantinhos, os desvãos, tão ricos de histórias, de sorrisos e lágrimas, têm então uma espécie de “botão invisível” de despertar lembranças.

Os membros da família assumem entre si uma espécie de pacto silencioso - de tudo fazerem para que a “mágica” não acabe, para que a tal “luz acolhedora” se mantenha no ar. Tentam tudo fazer “conforme era antes” … “do jeito que mamãe ou papai faziam” … ajudando-se mutuamente para que o deleite não se vá, que o amor permaneça.

*

Um dia encontrei uma Casa assim…

Tão encantando fiquei, quando a conheci, que logo perguntei por seu anfitrião.

Responderam-me logo, sorridentes - é Azamôr Serrão!

Procurei-o, então, para saber depressa de onde vinha aquela luz acolhedora, mas me explicaram que já tinha desencarnado há muitos anos. Me emocionei, muitas vezes, só de ver as lágrimas que corriam nos rostos daqueles que simplesmente lembravam de Azamôr. De suas falas. Gestos. Atitudes. Conselhos. Cada lembrança era uma relíquia daquela família, guardada cuidadosamente no relicário de seus corações.

Finalmente tive a chance de falar com Azamôr. Que honra, que contentamento. Me explicou, porém, que a Casa não era sua, que era de Bezerra de Menezes, e que dele - da sua figura de extremado amor - é que vinha de fato aquela “tal luz” cuja fonte eu tão afanosamente buscava. Que ele mesmo, Azamôr, também havia aprendido com Bezerra o jeito de tratar aos companheiros de ideal e aos “filhos do calvário” que todos os dias batiam às portas da nossa “Casa Azul”. Que era aprendiz, como os demais, e que se eu desejava encontrar a verdadeira fonte, de tudo o que via, devia procurar por Dr. Bezerra.

Assim o fiz. Finalmente tive a chance de falar com Bezerra de Menezes. Que honra, que contentamento!!! Me explicou, porém, que a Casa não era sua, que era de Jesus, e que Dele - da sua figura de extremado amor - é que vinha de fato aquela “tal luz” cuja fonte eu tão afanosamente buscava. Que ele mesmo, Bezerra, também havia aprendido com Jesus - e com Maria - o jeito de tratar aos companheiros de ideal e aos “filhos do calvário” que todos os dias batiam às portas da nossa “Casa do Caminho”. Que era aprendiz, como os demais, e que se eu desejava encontrar a verdadeira fonte, de tudo o que via, devia procurar por Jesus.

Ao final da visita, falou-me ternamente o Médico dos Pobres.

Contou-me que sonhava em ver os médiuns da Casa Azul tratarem-se uns aos outros com o mesmo amor com que vira Pedro devotar a João; e que ao mesmo tempo se unissem em feixe inseparável, para receber a todos os que a visitassem com a mesma brandura acolhedora com que Maria recebia os pequeninos e os tristes do mundo na Casa do Caminho. Que orava todos os dias para que aquela doce luz que Jesus havia plantado em seu coração e que contagiara também a Azamôr se fizesse presente igualmente no coração de todos os que vestem o nosso avental, que esse era o seu desejo, a sua alegria, o convite que fazia de alma para alma, no silêncio da mais pura vibração!

Saí da visita em lágrimas. De alegria. De gratidão por enfim te tido a chance de poder entender o que se passava naquela Casa tão especial.

Parabéns à Casa pelos seus 60 anos! Gratidão, Azamôr! Gratidão, Bezerra! Gratidão, Jesus!

CRBBM SEGUE COM SUAS ATIVIDADES
ATRAVÉS DE REUNIÕES VIRTUAIS

Com as atividades presenciais interrompidas desde março último, devido aos cuidados necessários para profilaxia da atual pandemia, decidimos experimentar o uso da plataforma ZOOM para poder dar prosseguimento, ainda que parcialmente, aos nossos estudos e preces em conjunto, promovendo então, a partir dessa semana, as nossas reuniões virtuais. Estão todos convidados, vejam por favor abaixo as instruções necessárias:



RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA PARTICIPAÇÃO EM NOSSAS REUNIÕES VIRTUAIS:

ANTES DA REUNIÃO

Ilustração sobre reuniões virtuais

DURANTE A REUNIÃO

AVISO LEGAL

O conteúdo digital das reuniões pertence exclusivamente a CRBBM, e portanto, qualquer divulgação deste material ou partes contidas nele, necessita de prévia autorização da direção, sujeitando o infrator às penas da lei.

"ESTUDOS FILOSÓFICOS" DE BEZERRA DE MENEZES:
A MAIOR E MELHOR COLEÇÃO DE ARTIGOS ESPÍRITAS
EM LÍNGUA PORTUGUESA TEM NOVA EDIÇÃO

Conforme anunciado, em paralelo à celebração dos 60 anos de nossa Casa, lançamos o 3o. volume dessa incrível série de artigos, que tanto dignifica e abrilhanta a produção autoral espírita brasileira, de todos os tempos! Já está lá em nossa Biblioteca Virtual, disponível para download livre e gratuito. Basta acessar o link e baixar o arquivo, sem custo algum.

Ah! Em tempo: para os estudiosos de Roustaing: o primeiro artigo do abençoado Kardec Brasileiro sobre o Corpo Fluídico de Jesus é o de número CCLXXXVIII. Foi publicado no jornal "O PAIZ" a 07.05.1893 e começa à página 287 dessa edição. E há outros... procurem lá! Esperamos que apreciem! Abs e boa leitura!

ESTUDOS FILOSÓFICOS - O PAIZ, 22.01.1894

Capa do 3o. volume da Série Estudos Filosóficos, Ed. CRBBMNenhuma criatura racional, seja rico, seja pobre, seja poderoso, seja fraco, qualquer que seja, enfim, sua condição e sua posição, leva a vida sem sofrimentos e dores, uns mais e outros menos.

Este fato é tão universal - tão sem exceção, que o padre Manoel Theodoro disse, inspirado: “feliz é o que é menos desgraçado”.

A Igreja romana explica-o pelo pecado original: todo o gênero humano vem inquinado da culpa do primeiro par humano - e, portanto, todo ele é passível da pena imposta aos herdeiros do mal dos pais.

Estes, porém, podem resgatar a parte que têm naquela culpa, dando boas provas de submissão aos preceitos do Senhor.

Esta vida, pois, é de provas - e quem está em provas não pode deixar de ter sofrimentos e dores.

Aceita a premissa, é lógica a consequência; mas será realmente de provas esta vida, para o fim de resgatarmos a herança do pecado original?

Admitamos que tudo o que diz a Bíblia sobre a criação de Adão e Eva, em vez de ser um símbolo, que reclama uma interpretação em espírito e verdade, é uma realidade, que deve ser entendida literalmente.

Se a culpa dos primeiros pais da humanidade afeta toda a sua descendência, deve a responsabilidade de todos os descendentes ser igual.

Até pelas leis humanas, os filhos têm igual quinhão na herança dos bens dos pais.

E se isto é justo, segundo o juízo dos homens, como deixar de ser assim a distribuição da culpa dos pais pelos filhos?

E, pois, é irrecusável, sob pena de acusar-se a Deus de injustiça, que cada criatura humana vem à vida com igual quinhão de responsabilidade pelo pecado de Adão e Eva.

E, pois, se é aquela responsabilidade que explica o sofrimento e a dor de todos os homens, a consequência é: que todos os homens devem ter sofrimentos e dores iguais.

A mais ligeira atenção, porém, evidencia o contrário - evidencia uma escala quase infinita de sofrimentos na série interminável da família humana; logo a conclusão, baseada nos fatos de constante observação, destrói e lança por terra as premissas.

Ou não é a culpa original a causa dos sofrimentos humanos, porque a mesma causa, nas mesmas condições produz necessáriamente o mesmo efeito o que, em nosso caso, não se dá.

Ou a responsabilidade dos filhos de Adão não é partilhada igualmente por estes; e, em tal caso, a justiça de Deus é inferior à dos homens.

Se isto não é lógico - lógico de não permitir a menor impugnação, então não há lógica - e seja a razão humana um navio sem leme e sem bússola.

Os escravos da letra, em coisas sagradas, mais arguciosos do que lógicos, em seu desesperado empenho de sustentar o pecado original, dizem com toda a gravidade: a responsabilidade original é igual para todos; mas cada um ajunta-lhe o subsídio de suas culpas próprias - e é daí que procede a desigualdade de sofrimentos que se observa.

Este argumento é improcedente por sofístico, senão por paralogístico.

Em vez de se estudar a questão no homem, no pleno uso de seu livre-arbítrio - e, portanto, responsável por suas obras, estudemo-la no homem antes de entrar no gozo daquele excelso predicado - e reconheceremos: que a desigualdade nasce com ele, não é obra sua, embora mais tarde possa agravar-se por esta.

A criança que nasce cega - a que nasce surda - a muda - a aleijada - a idiota - a coberta de lepra - os monstros, demonstram iguais sofrimentos, oriundos do mesmo grau de responsabilidade, que pesa sobre a que nasce sã do corpo e da alma?

É aí que se reconhece a influência exclusiva do pecado original, escoimado do pecado pessoal - e aí os escravos da letra são obrigados a abandonar seu último reduto.

Mas, para que perdermos tempo com argumentação, se temos, tão sagrada como a lenda da criação do homem, a palavra do Senhor, que tantas vezes já temos tido a ocasião de citar - e que diz: “o pai não responde pelas faltas do filho, nem o filho pelas do pai; mas sim cada um por suas próprias faltas?”

Conciliem este texto da Bíblia com este outro que faz toda a humanidade responder pelas faltas de seus primeiros progenitores - e digam: qual dos dois é mais consentâneo com a razão humana e com as infinitas perfeições de Deus?

Inquestionavelmente aquele que dá ao ser livre a responsabilidade de seus atos - e não a dos de outrem.

E esta contradição da Bíblia com a Bíblia em vez de condenar o sagrado livro, como concluirá um incrédulo, reclama uma interpretação - que harmonize os dois opostos.

Ora, o que dá a cada um a responsabilidade de suas próprias obras, está por si mesmo interpretado - encerra um princípio de altíssima justiça; logo, o que pede interpretação para que lhe tire o odioso de fazer alguém responder por culpa de outro, é o que trata da criação do homem.

A Revelação espírita dá esta interpretação clara e lógica.

A lenda do paraíso terrestre - da criação do primeiro homem - e da transmissão dessa falta a todos os seus descendentes, foi um meio de explicar à humanidade atrasada: a existência do homem na Terra - e a razão de seus sofrimentos.

A verdade que já hoje vai transparecendo, em razão de seu grande progresso realizado, não podia ser dada naquele tempo, como o é agora.

E a verdade é: que Adão e Eva e todos os que têm vivido neste mundo, até hoje, não foram criados aqui, mas vieram, apenas, encarnar aqui, para expiarem suas próprias culpas, pelo sofrimento.

E é porque cada um traz para esta vida maior ou menor carga de culpas, de suas passadas existências, que o sofrimento e a dor é desigual, porque é proporcional às culpas de cada um.

Fazendo a expiação, nós fazemos prova também, porque, se sofremos com resignação a consequência dos nossos erros, fazemos merecimento - damos boa prova de nossa missão - e se nos revoltamos com a dor, fazemos demérito, damos ruim prova daquela missão.

Assim, pois, esta vida é de expiação e consecutivamente de provas - e não somente de provas, como pensa e ensina a Igreja romana, adstrita aos caducos princípios da vida única - das penas eternas - do pecado original - e da origem única da humanidade.

O Espiritismo é o que faz a luz nas trevas!

Max.

(Da União Espírita)

* Reproduzido conforme texto original. Confira na “Seção Livre” do Jornal “O Paiz”, edição de 22.01.1894.

ESPIRITISMO CRISTÃO

ANUNCIAÇÃO (LUCAS: Cap. I, v. 26-38) - CONTINUAÇÃO

Quadro sobre a  Anunciação, com Maria e o Anjo GabrielO Espírito superior enviado anunciava assim a Maria que seus olhos se abririam e que ela compreenderia um mistério que lhe parecia então impenetrável. Efetivamente, mais tarde, a tempo e a hora, Maria, a exemplo dos homens e sob a inspiração dos Espíritos do Senhor, atribuiu à ação divina, como convinha que o fizesse, aquela obra que lhe fora anunciada, tendo em vista as palavras do anjo a José: "Aquele que nela se gerou foi formado pelo Espírito Santo". Ela então percebeu a missão especial que Jesus ia desempenhar.

"E a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra." Tem-se perguntado o que significavam estas palavras: "a sombra do Altíssimo" e como podia essa sombra fazer que Maria concebesse e desse à luz um filho.

A interpretação foi dada falsamente, de um ponto de vista material. Com aquelas palavras o Espírito enviado objetivava tranquilizar a Maria, que, na sua condição humana, se atemorizava ante a idéia de ficar a sua vida maculada por uma concepção ilegal aos olhos dos homens.

"Eis porque aquele que de ti há de nascer será chamado: "o Filho de Deus".

Estas palavras confirmam o que acabamos de dizer.

Aquele que de ti há de nascer (por obra do Espírito Santo) - será chamado o "Filho de Deus". Esse título, segundo o espírito, em espírito e em verdade, só se aplica a Jesus em consideração à sua pureza. E todos vós podeis conquistá-lo

Do ponto de vista humano, ele serviria para que os homens se elevassem a seus próprios olhos, para que compreendessem o amor de Deus. De fato: não havendo divindade a que não se oferecessem sacrifícios sangrentos, qual não devera ser, aos olhos dos homens, a grandeza de um Deus que não se contentava senão com o holocausto do seu filho bem-amado e único (relativamente a vós outros) e qual não devera ser, aos olhos desse Deus, o valor dos homens, uma vez que, para os resgatar, era indispensável tal sacrifício!

Homens, não esqueçais (temo-lo dito e repetimos) que éreis criancinhas e que quase ainda o sois; que a cada época se deve falar a linguagem conveniente, para ser-se compreendido e sobretudo escutado.

Não vos deixeis desviar pelos filósofos sem filosofia, que, não compreendendo os meios transitórios e necessários da revelação, empregados para a efetivação do vosso progresso, negam a realidade e o objetivo das manifestações espíritas, manifestações que, em obediência à vontade do Senhor Supremo, se hão produzido e se produzem para o fim de preparar a vossa regeneração e se produzirão ainda para realizá-la. Eles são instrumentos. Preparam os caminhos sem o saberem e muitas vezes sem o quererem. A estrada se achava impedida; eles removem os materiais que a obstruíam. Nós construiremos um edifício que o homem não tentará destruir, porque nele encontrará a paz, a esperança, a felicidade.

(Continua na próxima edição - Transcrito e adaptado de "Os Quatro Evangelhos", de Jean Baptiste Roustaing, psicografia de Émilie Collignon, Tomo I, item 22)