Retrato de Bezerra de Menezes

Casa de Recuperação
e Benefícios
Bezerra de Menezes

Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da humanidade. - Allan Kardec

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CRBBM RETOMA SUAS REUNIÕES PRESENCIAIS

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Sede CrbbmPor determinação do Conselho de Administração de nossa CASA, as reuniões públicas das segundas-feiras, terças-feiras, quintas-feiras e sextas-feiras (noite) bem como a Evangelização e Mocidade aos sábados, voltam a ser presencias a partir de 28/03/2022.

A Casa reabrirá, para estes dias, nos moldes e horários usuais de antes da pandemia.

Há desobrigação do uso de máscaras porém sendo recomendada sua utilização para:

Há também, atualmente, exigência de comprovação vacinal, embora haja a expectativa de sua breve liberação.

A CRBBM atenderá as recomendações sanitárias estabelecidas e vigentes à época das reuniões, reavaliando, se necessário, sua posição ante a existência de fatos novos.

A CRBBM enfatiza a necessidade de preservação dos cuidados preventivos à contaminação e disponibilizará álcool gel e fornecerá máscaras para aqueles que o desejarem.

MELHORAMENTO E IGUALDADE

Retrato de Allan KardecOs males da Humanidade provêm da imperfeição dos homens; pelos seus vícios é que eles se prejudicam uns aos outros. Enquanto forem viciosos, serão infelizes, porque a luta dos interesses gerará constantes misérias. Sem dúvida, boas leis contribuem para melhorar o estado social, mas são impotentes para tornar venturosa a Humanidade, porque mais não fazem do que comprimir as paixões ruins, sem as eliminar. Em segundo lugar, porque são mais repressivas do que moralizadoras e só reprimem os mais salientes atos maus, sem lhes destruir as causas. Aliás, a bondade das leis guarda relação com a bondade dos homens; enquanto estes se conservarem dominados pelo orgulho e pelo egoísmo, farão leis em benefício de suas ambições pessoais. A lei civil apenas modifica a superfície; somente a lei moral pode penetrar o foro íntimo da consciência e reformá-lo.

Reconhecido, pois, que o atrito oriundo do contacto dos vícios é que faz infortunados os homens, o único remédio para seus males está em se melhorarem eles moralmente. Uma vez que nas imperfeições se encontra a causa dos males, a felicidade aumentará na proporção em que as imperfeições diminuírem.

Por melhor que seja uma instituição social, sendo maus os homens, eles a falsearão e lhe desfigurarão o espírito para a explorarem em proveito próprio. Quando os homens forem bons, organizarão boas instituições, que serão duráveis, porque todos terão interesse em conservá-las.

A questão social não tem, pois, por ponto de partida a forma de tal ou qual instituição; ela está toda no melhoramento moral dos indivíduos e das massas. Aí é que se acha o princípio, a verdadeira chave da felicidade do gênero humano, porque então os homens não mais cogitarão de se prejudicarem reciprocamente. Não basta se cubra de verniz a corrupção, é indispensável extirpar a corrupção.

O princípio do melhoramento está na natureza das crenças, porque estas constituem o móvel das ações e modificam os sentimentos. Também está nas ideias inculcadas desde a infância e que se identificam com o Espírito; está ainda nas ideias que o desenvolvimento ulterior da inteligência e da razão podem fortalecer, nunca destruir. É pela educação, mais do que pela instrução, que se transformará a Humanidade. (*1)

***

Retrato de Erasto, o CorintoPois bem, espíritas! a igualdade proclamada pelo Cristo, e que nós mesmos professamos nos vossos grupos amados, é a igualdade perante a justiça de Deus, isto é, nosso direito, conforme nosso dever cumprido, de subir na hierarquia dos Espíritos e um dia atingir os mundos avançados, onde reina a perfeita felicidade. Para isto não são levados em conta nem o nascimento, nem a fortuna; o pobre e o fraco a alcançam, como o rico e o poderoso, porque uns não levam materialmente mais que os outros; e como lá ninguém compra seu lugar e seu perdão com dinheiro, os direitos são iguais para todos. Igualdade diante de Deus: eis a verdadeira igualdade. Não vos será perguntado o que possuístes, mas o uso que fizestes do que possuístes. Ora, quanto mais possuirdes, mais demoradas e mais difíceis serão as contas que tereis de prestar da vossa gestão. Assim, pois, conforme as vossas existências de missões, de provas ou de castigos nas paragens terrenas, cada um de vós, consoante as boas ou más obras, progredirá na escala dos seres ou recomeçará, mais cedo ou mais tarde, a sua existência, caso se tenha desviado. Em consequência, repito, ao proclamar o dogma sagrado da igualdade, não vimos ensinar que aqui na Terra deveis ser todos iguais em riqueza, saber e felicidade, mas, sim, que todos chegareis, quando soar a hora e conforme os vossos méritos, à felicidade dos eleitos, partilha das almas de escol, que cumpriram seus deveres. Meus caros espíritas, eis a igualdade à qual todos tendes direito, a que vos conduzirá o Espiritismo emancipador, a que vos convido com todas as minhas forças. Para alcançá-la, que deveis fazer? Obedecer a estas duas palavras sublimes: amor e caridade, que resumem admiravelmente a lei e os profetas. Amor e caridade! Ah! aquele que, segundo sua consciência, cumprir as prescrições desta máxima divina estará certo de subir, de transpor rapidamente os degraus da escada de Jacó e de logo atingir as esferas elevadas, de onde poderá adorar, contemplar e compreender a majestade do Eterno. (*2)

Notas

(*1) Trecho do texto ‘Credo Espírita’, em ‘Obras Póstumas’, de Allan Kardec.

(*2) Trecho de mensagem do Espírito Erasto, em ‘Revista Espírita’, outubro de 1861, de Allan Kardec. Erasto de Paneias ou de Corinto foi um dos 70 enviado por Jesus a pregar (Lucas 10:1-24), e depois discípulo de Paulo de Tarso (2 Timóteo, 4:20 e Romanos, 16,23). Ele era tesoureiro, e foi por Paulo enviado a Corinto, onde consta ter patrocinado a construção de uma calçada pública, que até hoje tem a inscrição de seu nome. É um dos Espíritos mais importantes na Codificação Kardequiana, sendo dele a famosa frase "Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea." ("O Livro dos Médiuns", Cap. XX, item 230).

ESPIRITISMO CRISTÃO

LUCAS, Cap. II, v. 1-7:
Concepção, gravidez e parto de Maria, por obra do Espírito Santo.
Aparecimento de Jesus na terra(continuação)

Jesus, luz do mundoMaria era, já o temos dito, um Espírito muito puro, tendo por missão prestar-se à obra que se havia de realizar e não procurava, como o fazeis, compreender o mecanismo dos atos ocultos. Avisada pelo anjo de que teria, aos olhos dos homens, um filho de essência diversa da sua, diversa da essência humana do vosso planeta, obedece e desempenha com fé, submissão e amor a tarefa que aceitara. Avisada pelo anjo de que não seria mais que um instrumento, recebeu, como obra do Espírito Santo e sem inquirir da natureza da solução do problema, o filho, que acreditou ser o fruto das suas entranhas e do qual tinha que se encarregar aos olhos dos homens.

Que os que sem cessar controvertem não digam que foi, ou que teria sido uma fantasmagoria, um embuste. Não; a vossa natureza está sujeita a muitos mistérios que não compreendeis e cuja fonte única é a combinação dos fluidos de que dispomos para vossa utilidade e vosso progresso. Jamais agimos sem propósito. Cumprimos sempre as vontades do Senhor.

O que ocorreu era necessário à iniciação da nova era transitória, na qual a humanidade então ia entrar, a fim de preparar o advento da era atual do Espiritismo, o advento da nova revelação.

A cada era uma revelação, progressiva e apropriada às necessidades dos tempos, ao estado das inteligências e aos reclamos da época, velada pela letra, quanto convenha, ensinando-vos sempre a verdade, gradualmente, na medida do que podeis receber e conservar, levantando pouco a pouco a ponta do véu que a esconde aos vossos olhos.

Jesus trazia um corpo semelhante ao vosso, como bem o disseram os Apóstolos: "Seu corpo não tinha a aparência do vosso? - Suas necessidades aparentes não foram as mesmas?" - Sim, Jesus teve um corpo semelhante ao vosso, mas não da mesma natureza.

Seu nascimento foi obra do Espírito Santo, por isso que seu aparecimento foi preparado por uma gravidez aparente e, conseguintemente, por um parto também aparente, obra, uma e outro, dos Espíritos do Senhor, executada conforme já o explicamos (n.14).

Tal aparecimento só Jesus o podia fazer.

Aquela missão lhe competia, primeiro, como encarregado que é do progresso humano; depois, por ser, entre os Espíritos elevados que sob a sua direção se acham consagrados à obra do progresso do vosso mundo e da sua humanidade, o único que, pelo seu poder nas altas regiões, seria capaz de assimilar aos do vosso planeta os fluidos superiores, que servem para a formação dos corpos nos mundos fluídicos e, desse modo, constituir o corpo misto de que usava, quase material e que, aos olhos humanos, se afigurava o corpo do homem da terra; finalmente, por ser o único capaz de manter uma existência terrena aparente.

(Continua na próxima edição - Transcrito e adaptado de "Os Quatro Evangelhos", de Jean Baptiste Roustaing, psicografia de Émilie Collignon, Tomo I, item 31)

ESTUDOS FILOSÓFICOS: A MAIOR E MELHOR COLEÇÃO DE ARTIGOS ESPÍRITAS DA IMPRENSA BRASILEIRA ESTÁ DE VOLTA

Artigo CCCXLVII - O PAIZ, 25.06.1894

Retrato de Bezerra de MenezesEspirtismo é uma doutrina filosófico-científico-moral; é o consórcio da ciência com a religião, religião científica.

Lendo a introdução às memórias da vida de um homem bem conhecido do nosso público, tivemos a tentação de publicar estas páginas da obra inédita, destinada a vir a lume, bem como muitas outras de sua pena, depois da sua partida desta vida.

São páginas da moral espírita, que com a devida vênia vamos publicar.

“O que é o homem, átomo imperceptível do turbilhão infinito dos seres - gota imponderável do infinito oceano da humanidade?

“Parcela infinitesimal do incomensurável todo, que chamamos - Universo - ele confunde-se na massa infinita. “Ser cujo característico é a perfectibilidade, destaca-se daquela massa e constitui a obra-prima da criação, destinada a viver com o Criador.

Como ser perfectível por excelência, o homem é, pois, o filho dileto do Criador, que põe nele todas as suas complacências, que apoia-o nos desfalecimentos, que adverte-o e corrige-o nas faltas, que anima-o nas boas intenções e que lhe dá no termo de sua evolução o mais excelso galardão.

“Infinita é esta evolução, dificílima sua missão; tão difícil quanto seu objetivo é a perfeição pelo saber e pela virtude, e quanto é fraca sua natureza para vencer o mal, soberano abosluto do nosso planeta, e para vencer-se a si próprio, sendo naturalmente arrastado para os gozos e grandezas, fontes de corrupção, que aquele traiçoeiro soberano torna-lhe de fácil conquista e de sedutores atrativos.

“Deus não quis, em sua infinita sabedoria, que o rei da criação conquistasse o maior título de benemerência, sem que passasse por provas tão cabais, quanto é superior toda a expressão à magnitude de seu destino.

“Se na sociedade dos homens muito se exige para ser alguém admitido à convivência e confiança do soberano; quanto mais sublimes não deverão ser os requisitos para a convivência e confiança do soberano dos soberanos?

“À razão compreende a luta com o mal, como condição essencial ao merecimento aos olhos de Deus.

“Se assim não fôra, larga, plana e sem espinhos seria a estrada da vida; e em tal caso que merecimento teria o que por ela transitasse sem cair e sem ferir-se?

Homem diante de dois caminhos“O mérito está precisamente em termos de usar do nosso livre-arbítrio, de modo que não cedamos a inimigas sugestões; de modo que não nos deixemos arrastar pelas miragens sedutoras, que nos chamam para o abismo; de modo que cerremos os ouvidos ao canto da sereia, que procura colher-nos a vigilância; de modo, enfim, que provemos a robustez de nossa fé, a constância de nossa esperança, a indefectibilidade de nosso amor pelo Pai.

“Ser bom de coração, amar a Deus do íntimo d’alma, querer a seus semelhantes como a irmãos, ter bem vivos os sentimentos de amor e de caridade, provando-o por pensamentos, por palavras e por obras; eis as condições para o homem triunfar da lei da morte e conseguir o socorro da graça em seus desfalecimentos.

“O título à admissão na sociedade de Deus não pode ser obtido por favor, senão por incessante esforço na luta contra o mal.

“O quanto e o como da suprema intervenção, só Deus o sabe determinar. Devemos, porém, acrecitar que somos nós que a atraímos ou repelimos; porque assim como a lei humana não ampara aos que dormem, do mesmo modo, e por maioria de razão, a graça divina não socorrerá aos que não fizerem por merecê-la.

“Deus vem em auxílio dos que estão prestes a sucumbir; mas somente quando a Ele recorrem com fé, ou quando agasalham no fundo do coração o sentimento do bem.

“N" é um romance de profundo pensador em que li: que alto senhor dotado de saber e riqueza, tanta quanto de espírito de caridade, encontrou no lodo social, que revolvia para consolar e regenerar as vítimas das maldades dos homens e de sua própria fraqueza, um miserável, cheio de torpezas, que lhe revelou um vislumbre de honra no fundo do coração corrompido.

“O filantropo chamou-o a si e fê-lo seu auxiliar e dest’arte desenvolvou o gérmen do bem e fez dele um regenerado.

“Eis um pálido exemplo do como da intervenção da graça divina.

“Se a Majestade infinita julga a cada um por suas obras, não deixa de abrir os tesouros de sua misericórdia quando vê luzir na alma dos que fraqueiam o sinal da redenção.

“É um homem dominado de más paixões que abandonado a si mesmo vai a precipitar-se, mas que guarda o sentimento do bem.

“O Pai clemente, atendendo a ter ele mantido, no turbilhão dos seus vícios, a divina centelha, toca-o, fa-lo avigorar o mal - extinto lume - e auxiliando-o no salutar empenho, dá que consiga, parte por seu esforço, parte pelo superior adjutório, luz mais ou menos intensa a esclarecer-lhe os seios da alma.

“E outro menos entregue aos vícios e crimes, ou mesmo ostentando nobres qualidades, mas que, em seu íntimo, não agasalha um sentimento bom.

“Como chegar a esta alma a luz, se para isto não oferece ela a mínima abertura?

“E o mundo, que só vê o que é visível, exclama diante desses dois fatos, com a segurança de sua sabedoria: Deus é infinito!

“A grandeza da lei que rege a evolução espiritual está no constraste figurado: nessa liberdade de prepararem seu destino.

“O homem, pois, para desempenhar sua missão, tem antes de tudo seu libre-arbítrio e depois dele e por meio dele o auxílio divino.

“Não é somente por obras, senão também por pensamentos e por palavras, que ele desempenha aquela missão: seu aperfeiçoamento.

“Mais difícil é a prova por palavras e por obras do que por pensamento; porque este não transparece como aquelas.

“Pelos pensamentos e sentimentos se nós os temos conformes com o dever, só faremos mal a nós mesmos; ao passo que pelas palavras e pelas obras podemos dominar nossa alma e as de todos os que se acercarem de nós.

“Além disto, nas sociedades que se levam mais pela filosofia do que pela religião, temos que lutar pela conformidade de nossas açoes às leis do Senhor, ou às do mundo: entre o dever e o interesse.

“E como não se pode bem servir a dois senhores, ou havemos de andar bem com Deus e mal com os homens, ou havemos de andar bem com os homens e mal com Deus.

“Os que preferirem as glórias eternas às transitórias, romperão com a sociedade, embora se condene a seu desprezo.

“Estes são os bem-aventurados os filhos da luz, os eleitos.

“Aqueles, porém, que, seduzidos pelas glórias do mundo, preferindo a realidade desta vida às dúvidas do futuro, romperam com Deus, embora se condenem aos raios de sua justiça.

“São os infelizes que vendem por um prato de lentilhas o excelso patrimônio, reservado para os filhos do Pai.

“Há quem procure conciliar o dever com o interesse, servindo a Deus às escondidas e a sociedade às claras.

“Estes são os mais desgraçados que renegam a verdade, em que acreditam, por bem dos interesses passageiros, a que hipotecaram a alma. São os hipócritas, os orgulhosos, são os invejosos, são os conscupicentes, são os avarentos, são, em suma, os escravos de todas as paixões carnais.

“O homem que não crê em Deus, se é possível haver um que não tem isto por sujeição à lei moral, que não crê na vida eterna de sua alma, que, portanto, encara esta vida pelo lado material, este é menos culpado em suas abominações.

“Crer, porém, e abafar a crença, só para poder satisfazer sua vaidade e suas ambições, é de todas a maior desgraça.

Mãe carrega água na cabeça e a filha criança lhe imita o gesto“A esse horrendo abismo são levados uns por sua própria conta - outros pelos maus exemplos.

“O mal exemplo é virus contagioso, que se espalha na atmosfera e contamina, sem que se sinta, sem que diminua o mal de quem lhe serviu de foco.

“O varioloso não se sente aliviado porque de suas pústulas desprendem-se grande cópia de virus, que infectou a outros. Às vezes, ele e os que receberam a infecção sucumbem ao mal.

“Não diferente é o processo do contágio moral.

“O pai de família, principalmente, deve ser mais cauteloso do que ninguém, nas suas palavras e obras, porque delas não resulte, além do próprio mal, o da transmissão aos que tomam-no por seu modelo.

“E tanto mais elevada for a nossa posição, na família ou na sociedade, tanto maior deve ser o cuidado, pela força de arrastamento que adquirem os exemplos que damos.

“Que grandeza para o pai, ou chefe, que, deixando o invólucro carnal, puder dizer ao Supremo Juiz: criei, em torno de mim, uma atmosfera de salvação - e deixei, na Terra, os Espíritos, cuja direção me foi confiada, educados nos princípios do bem. Sou pai de uma geração de servos do Senhor!

“E que miséria do que, entrando no mundo dos Espíritos, onde resplende a verdade, for obrigado a dizer que só fez uso de suas faculdades em próprio detrimento e em detrimento de todos os que o ouviram e receberam seus exemplos!

“Este será constrangido a confessar: sou pai de uma geração de precitos!

“Nenhum mal dos que emanam do homem é tão clamoroso como o mal exemplo.

“Ao contrário, os exemplos bons são a semente da salvação lançada no seio dos Espíritos.

“Antes de matar o corpo, do que infeccionar a alma.

“Antes inspirar bons sentimentos, do que dar remédios que curem”.

Max.

(Da União Espírita)

Fonte: Confira o original deste artigo no arquivo da Hemeroteca da Biblioteca Nacional. Para conhecer os demais artigos dessa coleção e seus volumes publicados por nossa CASA visite por favor nossa Biblioteca Virtual.